O Brasil registrou mais de 546 mil afastamentos do trabalho por transtornos mentais em 2025, um aumento de cerca de 15% em relação ao ano anterior.
Ansiedade e depressão lideram os diagnósticos, refletindo um cenário de pressão, metas abusivas e insegurança no emprego.
Para o movimento sindical, os números mostram que o problema não é individual, mas estrutural.
O sindicato tem reforçado a cobrança por condições dignas, redução da sobrecarga e políticas reais de proteção à saúde mental.
Cuidar da saúde do trabalhador é uma luta coletiva — e passa pelo fortalecimento do sindicato.